O termo robô tem sido utilizado para uma série de dispositivos que assumem uma
tarefa ou função programada de forma automatizada.

Desta forma, um robô pode ser visto como um dispositivo executor de tarefas, que
programado previamente, é capaz de assumir e agir numa determinada função.

Pensando nesse conceito de forma ampla, podemos assumir que uma máquina de lavar
ou uma cafeteira, também são dispositivos robóticos que desempenham uma função
com base numa programação previamente estabelecida.

O que nos levou a um vasto campo do conhecimento científico, foi a possibilidade
de autonomia dessas máquinas ao ponto em que elas funcionem de modo livre, com
processo de tomada de decisão e aumento de performance.

Os chatbots [https://mensageiro.io], por exemplo, são robôs que interagem com
humanos dentro de aplicativos de mensagem (Facebook Messenger ou WhatsApp, por
exemplo) e podem ser utilizados em qualquer negócio, seja para automatizar
tarefas repetitivas, atuar no setor de vendas, suporte, consultoria e outros.

A busca por robôs autônomos e cognitivos cada vez mais autossuficientes nos
conduziu a um novo campo de estudo: a inteligência artificial.

Com os avanços de inteligência artificial e aprendizado de máquina, a tendência
é que os chatbots [https://mensageiro.io]  possam oferecer experiências mais
personalizadas de atendimento.

Inteligência artificial
[https://www.gartner.com/it-glossary/artificial-intelligence/]  é um conceito
amplo e em ascensão, ligado a vários outros campos de conhecimento como
informática, engenharia, designer, estudo de comportamento, estatística e etc. O
conceito Máquina + Inteligência Artificial é o grande alvo das grandes
corporações de tecnologia. Google, IBM [https://www.ibm.com/watson/about/],
Microsoft [https://www.microsoft.com/en-us/ai?activetab=pivot1%3Aprimaryr5],
Facebook [https://facebook.ai/developers]  e Amazon
[https://aws.amazon.com/pt/amazon-ai/], são alguns exemplos de gigantes do
mercado que investem em pesquisas e tecnologias para inteligência artificial. E
o que há de fantástico nisso?

Pense nisso:

Você gosta de determinado tipo de café e está a caminho do trabalho para iniciar
sua jornada. Um robô integrado ao seu smartphone ‘aprende’
[https://www.ibm.com/cloud/machine-learning]  que você gosta de café, sugere uma
cafeteria no caminho do seu trabalho, te diz o preço, a reputação do
estabelecimento e outras informações, ou até mesmo te informar que seu café
favorito está em preço promocional num supermercado mais próximo.

Esse exemplo trivial, sugere uma integração entre pessoas e softwares, e essa
integração, nesse mundo fantástico e pouco explorado, é a trilha na qual iremos
caminhar nos próximos anos.